Grupo formado por idosos atendidos pelo Iasb emocionou o público durante apresentação realizada no Museu do Estado do Pará.
A Prefeitura de Belém, por meio do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Município de Belém (Iasb), participou do Festival Internacional de Corais de Belém (FIC Belém) com o Coral do Iasb, formado por idosos acompanhados pela Seção de Atenção à Pessoa Idosa (Sapi). A apresentação ocorreu na noite deste sábado, 16, no Museu do Estado do Pará, reunindo usuários, familiares e público em geral em um momento marcado pela música, integração e valorização da pessoa idosa.
A participação do coral integra as ações desenvolvidas pelo Iasb voltadas ao envelhecimento ativo, fortalecimento da autoestima e promoção da saúde emocional dos idosos atendidos pela instituição.
Música como ferramenta de integração
O Coral do Iasb é formado por participantes da Sapi, serviço que oferece acompanhamento psicossocial integrado para usuários com 60 anos ou mais, por meio de equipes de Psicologia e Serviço Social. Atualmente, cerca de 40 idosos participam das atividades promovidas pela seção.

O maestro Adilson Lima, regente do Coral do Iasb, destacou a importância do projeto como ferramenta de convivência, fortalecimento emocional e integração social entre os participantes.
“É uma importância muito grande esse trabalho de canto coral. Essa gestão trouxe de volta esse projeto tão importante para os usuários do Iasb, pensionistas e aposentados. A música traz benefícios motores, ativa a memória e, principalmente, cria laços sociais entre todos. E hoje, aqui no Museu do Estado, é a primeira apresentação do coral fora da instituição. Estamos muito felizes e empolgados, porque temos certeza de que essa será a primeira de muitas apresentações”, destacou o maestro.

O maestro Jorge Silva também ressaltou o caráter terapêutico do coral e o impacto positivo da música na rotina dos idosos participantes.
“É um coral voltado para a melhor idade, mas aberto também para usuários e pessoas que frequentam o Iasb. Não é um coral profissional, é um coral terapêutico. A ideia é ocupar o tempo, criar convivência e ajudar as pessoas. Quem canta, seus males espanta. A gente faz tudo com muito amor e carinho”, afirmou.

Participação e autoestima
O servidor público aposentado Raimundo Passos da Silva, de 72 anos, contou que encontrou no coral uma forma de fortalecer vínculos e manter a relação com a música. “Eu gosto muito de música, sou compositor e toco alguns instrumentos. Participar do coral foi uma forma de continuar fazendo algo que eu amo. Além disso, a convivência com as outras pessoas faz muito bem pra gente”, relatou

A participação no Festival Internacional de Corais de Belém também representa a primeira apresentação externa do Coral do Iasb desde a retomada do projeto pela atual gestão do instituto.
O evento reúne grupos do Brasil e de outros países e busca promover intercâmbio cultural, valorização da música coral e experiências artísticas na Amazônia.
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O Coral do Iasb volta a se apresentar neste domingo, 17, às 19h, no Teatro IT Center, no bairro da Sacramenta. Os ingressos custam 30 reais.
A iniciativa reforça o compromisso do Iasb com ações humanizadas que unem cultura, saúde mental, convivência social e qualidade de vida, ampliando o cuidado com os usuários da terceira idade.
