Nova Avenida Liberdade reduz o tempo de deslocamento e melhora a rotina de quem vive e circula na Região Metropolitana de Belém, beneficiando mais de 2 milhões de pessoas.
A nova Avenida Liberdade se consolida como um importante marco para a mobilidade urbana na Região Metropolitana de Belém, trazendo mais fluidez ao trânsito e ampliando as conexões entre municípios. A via expressa, inaugurada nesta quinta-feira (02), com 14 quilômetros de extensão, representa um avanço significativo na infraestrutura viária e beneficia diretamente mais de dois milhões de pessoas.

O prefeito de Belém, Igor Normando, durante a inauguração reforçou que a nova avenida conecta a Alça Viária à Avenida Perimetral, criando uma alternativa estratégica de acesso à cidade e contribuindo para o desafogamento de importantes corredores urbanos.
“A Avenida Liberdade diminui o tempo no trânsito de quem entra e sai de Belém. É uma via estratégica, que liga a Avenida Perimetral à Alça Viária e melhora diretamente a mobilidade na Região Metropolitana. O que antes levava até duas horas de deslocamento, agora pode ser feito em cerca de 15 minutos”, ressaltou Igor Normando.




Mobilidade e integração
Além de reduzir o tempo de deslocamento e melhorar o fluxo de veículos, a Avenida Liberdade fortalece a logística na região, facilitando o acesso ao Porto de Vila do Conde, em Barcarena, e promovendo a integração entre diferentes regiões do estado. A obra também inclui a duplicação de um trecho da Alça Viária, ampliando ainda mais a capacidade de tráfego.
Considerada a primeira via expressa sem interrupções da Amazônia, a Avenida Liberdade conta com quatro viadutos, duas pontes e 34 passagens de fauna ( 22 aéreas e 12 subterrâneas) aliando desenvolvimento urbano à preservação ambiental.
O governador do Estado, Helder Barbalho, destacou que a Avenida Liberdade é uma das mais importantes intervenções urbanas do Pará, “hoje nós estamos inaugurando a Avenida Liberdade com 14km de via expressa com conceito de sustentabilidade em que nós viabilizamos essa rodovia a partir do aproveitamento das margens de servidão do linhão da Eletronorte para reduzir os impactos ambientais, apenas em 1,8% da área verde existente nesta região, houve necessidade de supressão”, detalhou o governador.
